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It's my diary

" Sorrir é viver, parar é morrer "

It's my diary

" Sorrir é viver, parar é morrer "

Sonho Inalcançável

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Tento perceber o que vai dentro de mim. Tento escutar o meu coração. Tento ler a minha mente. Mas nada, nada mesmo, me consegue explicar aquilo que sinto por ti. Só sei que não me sais da mente, e muito menos do coração.

És tu quem ocupa os meus sonhos acordados, e aqueles em que estou a dormir. É nesses, em que estou a dormir, que flutuo nesse teu amor invisível e inalcançável. É nesses que me entrego a ti de todas as maneiras possíveis e imaginárias. É nesses que tu me juras amor eterno.

Quando estou acordada só penso no dia em que irás ser meu, como eu sou tua. Sim, eu pertenço-te. Pertenço-te porque tu me roubaste o coração e fazes questão em não me devolver. Pertenço-te, e nada, nem ninguém, irá mudar isso. Pertenço-te mesmo que tu pertenças a outra pessoa. Pertenço-te porque assim o quero e desejo, porque no fundo sei que és o único capaz de me merecer.

Quero ser a melodia forte que sai dos teus dedos. Quero ser a canção suave que sai da tua voz. Quero ser a lua que te ilumina na escuridão. Quero ser o sol que te guia. Quero ser o ar que respiras. Quero ser o oceano que banha o teu corpo. Quero ser o anjo que te protege. Quero ser a tua musa. Quero ser a tua vida. Quero ser o teu tudo.

Quero ser a rapariga que ocupa o teu coração. Quero ser a rapariga que divaga na tua mente. Quero ser a rapariga que te inspira. Quero ser a rapariga que amas.

Quero ser o teu baixo. Quero ser a tua voz. Quero ser os teus olhos. Quero ser o teu sorriso. Quero ser a tua gargalhada. Quero, simplesmente, que me ames como eu te amo a ti.

Amo-te e não consigo explicar o porquê. Só sei que para mim és o meu sonho mais irreal, mas que me faz continuar neste mundo real e cruel. Para mim és a luz mais intensa que vejo na escuridão. És como um anjo que me protege dos piores males deste mundo. És o sol que me guia para os melhores caminhos. És a minha alma gémea que me completa na perfeição. És a minha salvação. És a minha felicidade. Enfim, és a minha vida, o meu tudo mais importante.

Sei que jamais irás saber aquilo que sinto. Sei que jamais irás sentir por mim tudo aquilo que sinto por ti. Mas, mesmo assim, necessito de escrever o quanto és especial para mim. Talvez, eu ainda tenha um pouco de esperança que possas ler estas minhas palavras.

Marcaste a minha vida com um sentido especial. Um sentido único e maravilhoso. Fazes-me acreditar que tudo na vida é possível, basta lutarmos e acreditarmos. Fazes-me ter forças para continuar a lutar. Fazes-me mandar gargalhadas histéricas, mas verdadeiras. Fazes-me feliz.

Nunca conheci ninguém como tu. Nunca conheci ninguém que me completasse como tu me completas. Nunca conheci ninguém que fosse tão parecido comigo. Nunca conheci ninguém tão grandioso como tu.

És maravilhoso, único, perfeito, divertido. E é assim, desse teu jeito, que te amo. Amo-te pelo que és, pelo que foste, e pelo que serás. Amo-te porque és verdadeiro.

D.L.P., always (L)

Andreia Filipa Pereira

20 de Julho de 2010

 

Ps: Desculpem a ausência, mas tenho andado um pouco sem paciência...bah :c
Aqui fica mais um "podre" texto, mas espero que gostem :D
E já agora, quando postarem algo nos vossos blogs, avisem-me ^^

Kiss (L)

Dream

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Eu, tu, eles (o teu melhor amigo e a minha confidente) e ela estávamos na pequena casa da minha tia mais a minha prima. Tu e ele estavam bastante bêbedos. Ele não parava de se atirar a ela, e tu não paravas de te atirar a mim, contudo rias-te. Afastei-te com todas as forças que tinha, pois pensava que estavas a gozar comigo.

Quando dei por mim não te encontrei, até que a minha tia abriu a porta da casa de banho. Petrifiquei quando vi que ela estava de joelhos e com a cabeça apoiada no meio das pernas dele. Ele estava no meio de vocês. Não consegui ver o que estavas a fazer, mas vi o que ela estava a fazer. A sua boca deslizava sobre o órgão dele. Comecei a entrar em choque. A dor começou a povoar o meu peito, e as lágrimas queriam escorrer pela minha face, contudo eu não as deixei. Respirei fundo e ignorei a dor que sentia.

Puxei-a (a minha confidente), para longe e perguntei-lhe se tu estavas envolvido naquele acto. Ela respondeu-me que não, e a dor que sentia aliviou por momentos. Contudo eu continuava magoada, pois sentia que tinha sido traída. Porém nós não tínhamos nada e tu tinhas o direito de te envolver com quem quisesses. Ouvi a minha tia a dar-vos um sermão, e tu apenas te rias. A dor começava a aumentar de segundo para segundo.

Fechei os olhos e quando os abri tu estavas ali à minha frente a sorrir-me como se nada se tivesse passado. Aproximaste-te de mim tocando-me na face. Notei que querias algo comigo, e isso fez com que eu explodisse.

- Porque te estás a atirar a mim quando já te atiraste a outras?! – inquiri-te com nojo. Sim, naquela altura sentia nojo de ti. Sentia nojo da merda de rapaz que eras.

- Eu só me atiro a ti meu amor. – retorquiste-me com o teu maior sorriso, contudo depois deste uma gargalhada, dando-me a parecer que estavas a gozar, porém eu sabia que estavas bêbedo.

- Amor?! Não me chames de amor quando andas metido com outras! – disse-te afastando-me cada vez mais de ti. Estava descontrolada, e os meus sentimentos por ti estavam a tornar-se em algo mais poderoso que amor.

- Sim, amor. Tu és o meu amor. – aproximaste-te de mim e fizeste-me uma festa na face – Eu não ando metido com outras. – sorriste, porém desta vez não te riste.

- Se sou o teu amor porque andas envolvido com ela?! – inquiri-te tentando controlar as lágrimas que teimavam em sair dos meus olhos. O meu corpo tremia por todos os lados, e o meu coração doía-me como nunca me tinha doído.

- Eu não ando envolvido com ninguém. A única pessoa que quero na minha vida és tu, meu amor! – disseste na maior das calmas enquanto a tua mão deslizava pela minha cara e pelo meu pescoço. Arrepiei-me.

Acordei sobressaltada e olhei para o lado. Nada vi para além de quatro paredes brancas. Suspirei.

Mais uma noite em que tinha sonhado contigo. Mais uma noite em que me disseste que me amavas. Mais uma noite em que me deixei envolver pela tua doce tentação. Mais uma noite em que apenas nós existimos no meu pequeno mundo. Mais uma noite em que voltaste a deixar-me confusa. Mais uma noite em que mexeste comigo.

Com isto tudo aprendi que não vale a pena negar o evidente. Eu amo-te, e ainda me preocupo com o que pensas e com o que sentes. Não consigo seguir em frente, pois tu acabas sempre por me assombrar.

Tenho medo. Medo de fracassar. Preciso de ti, é a única coisa que consigo dizer no meio da confusão que paira na minha cabeça.

 

Andreia Filipa Pereira

19 de Junho de 2011

 

Desculpem qualquer pormenor menos coiso, mas este texto teve como base um sonho que tive :$

Sim, eu sei, tenho uns sonhos um bocado estranhos :\

Btw...espero que gostem ^^

Sonho de ballet II

O seu olhar fitava-me de uma maneira tão única e grandiosa que eu perdia completamente o raciocínio, e esquecia-me do nervosismo que inalava em mim por causa da prova que iria fazer e que iria decidir se o meu sonho iria se tornar realidade. Ele acalmava-me, e isso era um facto.

As palavras que saiam dos seus olhos faziam-me sentir bastante calma, e a felicidade que perdi algures no passado voltou ao meu corpo como por magia. Naquele momento sentia-me bem, e bastante feliz, por isso retribui-lhe o olhar muito amavelmente tentando dizer-lhe um “obrigada” por meras palavras ditas através de um olhar.

- Estás preparada? – indignou-me enquanto nos colocava aos dois em posição.

Os seus braços rodeavam a minha cintura de forma única, e as suas mãos seguravam-me de forma protectora. Os meus braços por si, envolviam o seu pescoço de forma “ciumenta”. Com ele sentia-me protegida do mundo, mas por um lado sentia que o podia perder a qualquer momento, por isso tinha que o agarrar bem firme junto ao meu corpo. Era estranho, eu sabia, mas eu já sentia um carinho bastante especial por aquele belo Deus grego!

- Sim, estou. – respondi sorrindo-lhe imensamente. Ele retribuiu-me o sorriso de forma bastante graciosa, e fez com que eu caísse uma vez mais, na sua doce tentação. Eu já estava completamente rendida aos seus encantos, e não valia a pena negar isso.

A música começou a tocar e as suas delicadas mãos balançavam o meu corpo, muito docemente, de um lado para o outro. O seu corpo emoldurava-se no meu na perfeição, e a melodia que tocava tornava aquele momento único e ainda mais perfeito. Naquele momento, os nossos corpos eram um só e espalhavam no ar uma magia de felicidade e de fantasia.

- Danças lindamente, Nora. – sussurrou-me ao ouvido enquanto rodopiávamos de um lado para o outro. No momento em que a sua respiração tocou a minha pele e a sua voz ecoou no meu ouvido, senti-me a estremecer por completo. Suspirei e prendi o meu olhar ao seu da cor de esmeralda.

- Obrigada, mas tu não me ficas atrás Alexander. – retorqui-lhe assim que encontrei a minha voz. Aquele rapaz fazia-me perder, literalmente, os sentidos.

Os seus lábios apetecíveis arquearam-se num suave e doce sorriso, ao qual eu correspondi completamente rendida. Os seus braços apertavam cada vez mais o meu corpo contra si, o que me fazia desejar pelo seu corpo. Sim, eu sentia uma atracção bastante forte por ele, e não valia a pena negar isso.

As últimas notas daquela melodia ecoaram na sala, e ele rodopiou o meu corpo de tal maneira que os nossos rostos ficaram demasiado próximos um do outro. A sua respiração tocava na minha pele fazendo-me ansiar por si, e o seu hálito entrava na minha boca fazendo-me querer beijar os seus lábios perfeitos. Engoli em seco e baixei o olhar, de forma a afastar todos aqueles desejos impossíveis, impossíveis porque aquele belo rapaz jamais iria ser meu. Ele merecia bem melhor que eu, eu que era simples e ele era um Deus.

Uma das suas mãos largou a minha cintura e tocou o meu queixo, fazendo com que os meus olhos fitassem os seus. Sentia-me a corar, e ele sorriu satisfeito com tal feito.

- Parabéns aos dois, fazem um belíssimo par! – disse a professora Monique Delacroix – Esperem lá fora pelos resultados. – concluiu sorrindo.

- Obrigada. – agradeci sorrindo timidamente e enquanto saia dos braços de Alexander. Ele sorriu e depois fitou a professora Monique.

- Obrigado. – agradeceu-lhe também e depois olhou-me profundamente – Vamos beber qualquer coisa ao bar?

Assim que os seus olhos verdes tocaram os meus senti-me completamente nas nuvens. O meu coração parou, mas no momento seguinte, já batia descontroladamente. A minha respiração estava, digamos, ofegante. E as minhas forças estavam a ir-se como por magia.

- Sim. – acabei por responder, perdendo o controle do meu corpo e da minha mente.

Ele sorriu-me imensamente enquanto a sua mão se juntava a minha, fazendo com que a magia e a felicidade voltassem aquele maravilhoso sítio. Não consegui negar-lhe aquele gesto, e deixei-me levar pela sua magia e pela sua tentação.

 

Andreia Filipa Pereira

31 de Maio de 2011

 

Ps: Podes ler o anterior aqui.
E aviso já que terá continuação :D

Sonho de ballet I

 

Lembro-me de na minha infância querer ser bailarina. Sonhava todas as noites com espectáculos perfeitos onde eu era a protagonista. Era um sonho que jurei que iria concretiza-lo com todas as minhas forças.

Os anos foram passando e esse sonho foi-se adiando. Hoje tenho 18 anos e decidi que iria lutar por esse sonho. Talvez fosse um erro, ou talvez não…mas também se não arriscasse não o iria saber, por isso decidi arriscar, e como o velho ditado diz: “Quem não arrisca, não petisca”.

Entrei bastante decidida dentro da grande Academia de Ballet Juliana Omati em Nova Iorque. As suas enormes paredes eram em tons de pérola suave, e a decoração era moderna e combinava perfeitamente com o tom suave das paredes.

Atrapalhada como eu era quando estava nervosa esbarrei contra uma figura bastante esbelta. Ergui o meu doce olhar da cor de um castanho esverdeado e brilhante, e deparei-me com uns bonitos e sedutores olhos verdes a fitarem-me intensamente. As minhas bochechas rechonchudas começaram a ficar quentes, por isso deduzi que estaria corada. Sorri bastante envergonhada e os lábios daquele belo rapaz arquearam-se num sorriso simplesmente único e perfeito.

- Desculpa. – disse com uma suave voz, voz essa que mais parecia saída de um conto de fadas. Enquanto falava a sua mão direita tocou no meu ombro esquerdo, fazendo com que uma faísca enorme atravessa-se o meu corpo todo. Senti-me a arder por completo, e os meus sentidos começaram a ficar alterados.

“Controla-te Nora Clark” pensei várias vezes, e suspirei fundo, afastando assim todos aqueles desejos desconhecidos.

- Não faz mal. – retorqui-lhe formando um amável sorriso nos meus finos lábios. Ele retribuiu-me o sorriso de forma grandiosa, mostrando a verdadeira perfeição do seu sorriso. Nunca tinha visto um sorriso tão perfeito e esplendoroso como o dele. E os seus olhos? Eram simplesmente únicos e incomparáveis.

Antes de ele virar costas e ir-se embora, reparei que envergava uma magnífica camisa preta, que fazia sobressair o seu charme bastante sedutor, juntamente com umas lindas calças de ganga claras, que se emolduravam perfeitamente as suas delicadas pernas. O seu cabelo era num tom claro de castanho, fazendo sobressair por vezes umas mechas de cabelo loiras, e utiliza-o num corte desalinhado mas que lhe dava um certo toque de perfeição.

Aquele rapaz era simplesmente o sonho de qualquer rapariga, mas contudo algo me dizia para não me aproximar demasiado, ou devo dizer antes, envolver-me demasiado?

Os meus olhos ficaram a admirar a sua esculturosa figura de Deus grego a ir-se embora, mas contudo fui interrompida por uma grossa voz a chamar o meu nome.

- Nora Clark! – disse a senhora ruiva que se encontrava na recepção daquela academia famosa. Ao primeiro impasse, a senhora parecia antipática e mal parecida, mas depois de um segundo olhar mais profundo notava-se uma simpatia incrível, e uma beleza natural.

- Eu! – respondi indo até a pequena secretária de pinho, onde ela estava sentada a fazer a chamada dos muitos bailarinos que ali se encontravam.

- É a sua vez, pode entrar. – retorquiu amavelmente dando-me permissão para entrar no estúdio que se encontrava em frente.

Sorri docemente e caminhei firmemente até as grandes portas brancas que se encontravam a cobrir aquele grandioso estúdio. Respirei fundo e empurrei as portas, entrando em seguida e qual não foi o meu espanto quando vejo ali a mais bela figura do mundo. Mal os seus olhos entreolharam os meus, ele sorriu-me imensamente. Baixei o olhar timidamente, e arqueei os meus lábios num sorriso tímido.

- Menina Clark, espero que não se importe de dançar com par. – disse a professora Monique Delacroix. Eu conhecia o trabalho dela, aliás, admirava-o. Era nela que me inspirava para ser uma bailarina.

- Não, eu estou preparada para tudo. – retorqui sorrindo, e olhei de soslaio para o meu Deus grego. Ele estava a fitar-me, o que fez com que as minhas bochechas ardessem de novo.

- Então pode se juntar ao menino O’Conner. – sorriu enquanto apontava para ele. Petrifiquei quando o vi a encaminhar-se a mim, mas disfarcei sorrindo docemente.

Os seus braços rodearam a minha cintura, e puxaram-me para mais junto de si, fazendo-me assim encarar os seus incomparáveis olhos. Baixei o olhar e coloquei-me em posição para a dança.

- Já agora o meu nome é Alexander O’Conner. – sussurrou-me ao ouvido fazendo com que a sua respiração tocasse na minha pele, arrepiando-me por completo.

- Nora Clark. – sussurrei de volta e depois prendi o meu olhar ao seu. Senti que o seu olhar me estava a dizer algo, por isso retribui-lhe o olhar.

 

Andreia Filipa Pereira

23 de Maio de 2011

Princesas e príncipes

 

Estava sentada sobre a cadeira de veludo vermelho que se situava em frente a grande cómoda de madeira escura que se encontrava encostada a uma das paredes do meu quarto. Em cima dela estavam frascos e frascos de perfume, eu amava fazer colecção deles, principalmente daqueles que ele me dava.

Olhava para a minha figura reflectida no grande espelho que saia sobre a bela cómoda. Notei que estava incrivelmente bonita.

O meu cabelo castanho-escuro caia em canudos sobre as minhas costas, e por cima, preso com pequenos ganchos brancos, estava um bonito e comprido véu branco. O lápis preto e a sombra branca faziam sobressair ainda mais os meus olhos castanhos brilhantes, que mais pareciam dois pequenos espelhos. E o rímel preto tornava as minhas pestanas ainda mais longas. O gloss brilhante delineava na perfeição os meus doces lábios.

Levantei-me suavemente para não estragar o comprido véu, e o vestido. Olhei para o grande espelho do meu gigante roupeiro, e vi como aquele maravilhoso vestido branco me ficava lindamente.

A parte de cima era um corpete, e tinha pequenos bordados de renda. A saia delineava as minhas curvas na perfeição, e a sua cauda era enorme.

Sorri esplendorosamente ao ver que me encontrava como uma verdadeira princesa.

Ele assim o merecia. Aliás ele merecia isto e muito mais, ele merecia simplesmente tudo.

Eu era capaz de tudo por ele, tudo mesmo. Era capaz de morrer, se fosse preciso, por ele. Sim, podem chamar-me tontinha, mas eu não consigo viver sem a minha alma, sem a minha combinação perfeita.

Ele é tudo para mim. É o ar que respiro, a água que bebo, o sangue que corre nas minhas veias. É o sol, a lua, a terra, o mar, o mundo. Enfim, ele é simplesmente a minha vida, o meu tudo.

Em toda a minha vida sonhei em conhece-lo e hoje estava ali, prestes a casar com ele. O que mais eu queria ter? Nada, eu já tinha tudo o que queria. Tinha o homem que amava ao meu lado, o homem com quem sempre sonhei em casar.

- Estás pronta Andrea? – perguntou meu pai, entrando no meu quarto de princesa.

- Sim já. – retorqui sorrindo.

- Então vamos, já está na hora. – sorriu-me e ajudou-me com o meu vestido. Saímos de minha casa e fomos até a pequena igreja daquela maravilhosa ilha. Assim que avistei a igreja, o meu coração começou a bater descontroladamente. Suspirei e respirei fundo, tentando manter a calma. Não havia razões nenhumas para estar nervosa. Eu amava-o, ele amava-me, e hoje íamo-nos unir um ao outro.

O motorista, contratado por ele, estacionou a limusina branca em frente a igreja. Meu pai saiu e veio-me ajudar a sair. Esticou-me o braço sorrindo-me amavelmente. Sorri-lhe também, e dei-lhe o meu braço.

A música de casamento começou a tocar, e nós caminhamos em direcção ao altar. O meu olhar correu todos os convidados, tentando procurar alguma calma. Mas não havia ninguém lá capaz de me acalmar.

E foi aí que olhei para o belo altar. Su e Paul, lá estavam no lugar de meus padrinhos a sorrirem-me grandiosamente. Retribui-lhes o sorriso, estava mais calma. Olhei para o outro lado e vi a minha prima Bia e o seu noivo Dom. Eles eram os padrinhos do meu Christopher. Bia era prima de Chris, mas visto que eu era namorada dele, também eu a tratava por prima.

Sorri-lhes esplendorosamente e eles retribuíram. Desviei o olhar para o meio, e lá vejo o mais belo de todos os homens, o homem que fazia o meu coração disparar de alegria. Envergava um bonito fato prateado, e uma bonita gravata preta.

Assim que me viu sorriu-me imensamente e os seus olhos começaram a cintilar como duas maravilhosas estrelas. Retribui-lhe o sorriso e continuei o meu caminho, até ele. Durante todo o caminho fitamo-nos intensamente, dizendo palavras de amor através do olhar.

Meu pai deu a minha mão ao meu Chris, e assim que as nossas mãos se tocaram senti-me a arder completamente, a arder de desejo por ele. Era incrível como ele me fazia sentir assim sempre que me tocava.

Beijou a minha mão suavemente e depois beijou-me os lábios suavemente. Era tão bom sentir os seus lábios doces como o mel sobre os meus. E sim, agora estava muito mais calma. Ele tinha o dom de me acalmar.

- Estás linda princesa. – sussurrou-me contra os meus lábios.

- Obrigada. – agradeci envergonhada – Tu também estás lindo meu príncipe.

- Não tens de que. – beijou-me uma vez mais e depois afastou-se fitando-me intensamente – Amo-te.

- Também te amo. – sorri-lhe e viramo-nos de frente para o altar.

O padre começou com o famoso discurso de casamento. Eu e Chris fitávamo-nos intensamente, e de vez em quando apertávamo-nos a mão um do outro, como forma de dizer aquilo que sentíamos um pelo outro.

- Christopher Ronny Summers Anderson, aceita Andrea Fabianne Smith Pacelli, como sua legítima esposa? – perguntou o padre ao meu mais que tudo.

- Sim, aceito. – respondeu olhando-me nos olhos e sorrindo. Os seus olhos brilhavam tanto.

- Andrea Fabianne Smith Pacelli, aceita Christopher Ronny Summer Anderson, como seu legítimo esposo? – perguntou-me o padre.

- Sim, aceito. – respondi sorrindo imensamente.

Depois o padre disse mais umas tantas palavras, que não sabia bem ao certo quais eram.

- Andrea Fabianne Smith Pacelli, recebe esta aliança como prova do meu amor e fidelidade. Eu prometo amar-te e respeitar-te na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, e prometo ser-te fiel todos os dias da nossa vida. – disse Chris enquanto fazia escorrer aquele doce anel sobre o meu dedo anelar esquerdo.

- Christopher Ronny Summers Anderson, recebe esta aliança como prova do meu amor e fidelidade. Eu prometo amar-te e respeitar-te na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, e prometo ser-te fiel todos os dias da nossa vida. – disse-lhe fazendo também escorrer o anel sobre o seu dedo anelar esquerdo.

Sorrimos imensamente um para o outro.

- Há alguém nesta sala que se opõe a este casamento? – inquiriu o padre. Ninguém se opôs. – Sendo assim declaro-vos marido e mulher. – sorriu e virou-se para Chris – Pode beijar a noiva.

Chris olhou para mim e sorriu-me imensamente, enquanto aproximava os seus doces lábios dos meus. Senti o seu suave hálito a mel sobre os meus lábios, e congelei de desejo. Ele notou e enlaçou a minha cintura com as suas suaves mãos, e por fim os seus lábios tocaram os meus, fazendo-me sentir completamente no paraíso. Embrenhei os meus dedos no seu cabelo de seda e puxei-o ainda mais para mim.

Este era o melhor beijo de toda a nossa vida, era o nosso primeiro beijo unidos.

 

Andreia Filipa Pereira

3 de Abril de 2011

 

Sonho *-*

Hoje é o dia em que finalmente vou voltar ao sítio onde fui realmente feliz...estou super anciosa, não sei o que me espera...eu já lá fui, mas desta vez é diferente...é diferente porque sei que o amo, e poderei enfrentá-lo, poderei olha-lo nos olhos...poderei organizar melhor as ideias na minha cabeça...

Por um lado tenho medo de o reencontrar pois não quero sofrer, não quero parecer fraca e começar ali a chorar...sim porque já sei que se o vir com a namorada lágrimas vão começar a escorrer pelos meus olhos...mas por outro lado quero ve-lo, quero senti-lo, quero olhar nos seus olhos de perdição uma última vez...

Não sei qual vai ser a reacção dele quando me vir, mas espero que ele me consiga surpreender como tem feito estes anos todos...e só espero que não me dê nenhum ataque de nervos quando o vir...

Reencontra-lo vai ser bom para nós os dois, pois assim irei conseguir distinguir a nossa amizade da "ilusão" do nosso amor...

Hoje é a prova que uma verdadeira amizade não se esquece...sim porque eu vou para casa da minha Soraia (Íris)...depois de tantos anos juntas/separadas a nossa amizade continua igual, ou melhor está mais fortalecida =)

Amo-vos meu pessoal do melhor...amo-vos até ao infinito «3

Beijinhos,

Andrea Facinelli

 

Ps'zinho: Já agora fica aqui a marquinha de 9 meses de amizade juntas, Família Twilight...obrigada por tudo meus amores...eu amo-vos para a vida @@